Work Bitch, está dividindo opiniões — alguns ficaram surpresos pela escolha de um single produzido por Will.i.am em um álbum que está sendo anunciado como “o mais pessoal de todos”, já outros acreditam que a música é inovadora e traz elementos únicos e com proposta similar ao do álbum Blackout (2007).
Alguns dos principais reviews divulgados desde o domingo (15).
ABOUT.COM
5 de 5 estrelas
Sem dúvida o elemento mais surpreendente do introdutório single de Britney Spears para o seu oitavo álbum de estúdio é a enorme complexidade da gravação, algo que sentimos falta em Femme Fatale. Ela nos leva profundamente na boate enquanto se certifica de que os fãs do pop mainstream a acompanhem. Justamente quando você pensa que a letra é boba, Britney Spears entra em ação com palavras de inspiração. Work Bitch é sem dúvida o seu melhor single desde Piece Of Me.
- Prós:
- Troca louca e feroz entre os estilos vocais;
- Ritmo de dança poderosamente implacável;
- Inspiração em foco.
- Contras:
- Sem erros.
Work Bitch é infundida com falso sotaque britânico que Britney Spears usou no hit do inverno passado, Scream and Shout. Há um forte senso de autoridade em sua voz. É uma canção mais falada do que cantada, mas o impacto é o mesmo de um treinador hardcore gritando em seu ouvido na boate. Se desejar luxo, é preciso trabalhar. Este elemento fará de Work Bitch uma canção perfeita para malhação. Então, depois que a batida cai, ouvimos Britney Spears cantar em um agudo que se aproxima de sua voz natural enquanto diz palavras de inspiração. No primeiro minuto, essa música é louca e quente em partes iguais.
Dois minutos e meio em Work Bitch, Britney Spears está exclamando: “Vá chamar o governador!”, já que ela sabe que está no meio de uma faixa ardente. Essa música vai se traduzir de forma brilhante no palco, o que a torna um lançamento perfeito para os anúncios de que ela vai realmente fazer uma residência em Las Vegas. Pouco tempo depois, a batida desaparece em um bridge clássico de Britney Spears, novamente preenchido com palavras de inspiração: “They gon’ to try ya, but they can’t deny ya!” Um conjunto de sintetizadores são feitos com repetidos versos de “Work it out” até que a canção explode mais uma vez, em um breve refrão final. Em seguida, o ouvinte recupera sua respiração enquanto a música termina.
Work Bitch nos leva muito mais profundamente às boates do que os recentes hits de Avicii ou Swedish House Mafia. No entanto, os versos inspiradores na mais familiar voz de Britney Spears não nos deixa esquecer que ainda estamos no mundo pop mainstream. Este é um single que está além das fronteiras, e provavelmente vai parecer mais emocionante cada vez que você ouvi-lo. A canção é um triunfo para Britney Spears e Will.i.am. Scream & Shout parece uma ninharia de estúdio após este trabalho épico.
BILLBOARD
Dez razões para você amar o novo single de Britney, Work Bitch:
- O sotaque britânico:
Britney usa um sotaque britânico em Work Bitch. Isso é uma coisa OK! Em um mundo ‘pós-Applause’, onde Lady Gaga pode enfeitar seus versos, é mais do que aceitável para Spears abraçar seu lado britânico e aumentar a ferocidade de seus comandos. Assim como Grantland Molly Lambert ressalta, o uso do falso sotaque essencialmente permite que Britney assuma a identidade de um novo personagem — neste caso, uma eficiente diretora que exalta a virtude do trabalho incansável como um meio para a compra de muitos carros de luxo. Spears já explorou uma persona britânica emScream & Shout, e no contexto destas letras, faz ainda mais sentido. Extremamente brilhante! - A praticidade de tudo:
Work Bitch, como o próprio título sugere, não se conforma com a preguiça, mas também oferece um sólido raciocínio de causa e efeito em suas letras. A maioria das pessoas tem que trabalhar muito, muito duro, a fim de garantir fundos substanciais para comprar Maseratis, mansões e participar de festas parisienses. No entanto, como a Britney aponta, um “corpão” também requer trabalho — uma forma diferente, mais física de trabalho, mas é trabalho da mesma forma. Você não pode discutir com o fundamento de Spears no single. Na música pop, isso é o equivalente a mostrar o seu trabalho na aula de matemática: em vez de apenas gritar Work Bitch aos seus seguidores, Spears está fornecendo exemplos concretos sobre a importância do trabalho, motivando ainda mais os ouvintes em academias de ginástica, escritórios e concessionárias de veículos em todo o mundo. - A grande batida:
Ouça a batida em 0:45 — o sintetizador que soou um pouco metálico durante o primeiro refrão torna-se infinitamente mais forte, assim como os gemidos de Spears ao fundo. Os ciclos de graves dentro e fora durante Work Bitch, e quando ele fica em primeiro plano, a profundidade do gancho multiplica-se deliciosamente. - A chegada da ‘verdadeira’ Britney:
Depois de provocar os fãs com seus militaristas gritos de “work” durante o primeiro minuto do single, Spears joga de lado o sotaque britânico por um momento e começa primeiro verso apropriado da canção com o dolorido dístico, “Bring it on, ring the alarm/Don’t stop now, just be the champion.” A maneira que Spears libera seu alter ego e permite que a última sílaba de cada verso flutue para o céu sem fraquejar a torna um dos momentos mais interessantes na música. - O verso “Here It Co -o- o- omes”:
Como é que Spears volta ao seu modo britânico? Deformando a linha no primeiro verso em uma vela metálica que está sendo queimada em ambas as extremidades. Essa frase é o som da realidade processada de Spears saindo pelo ralo, e é impressionante. - O gloriosamente estranho segundo verso:
Após o fim do segundo refrão, Britney de alguma forma se transforma em Paul Revere e começa a tocar seu próprio alarme. “You can hear my sound/Tell somebody in your town/Spread the word/Spread the word!”, ela grita, como se a Internet já não existisse e as notícias do seu domínio pop precisassem ser entregues via cavalo. Então, ela se dobra sobre o conceito maluco, ordenando: “Go call the police/go call the governor/I bring the treble/Don’t mean to trouble ya”. Qual problema musical Spears poderia possivelmente inventar que obrigaria os ouvintes a ligar para seus governantes ? A linha “treble” é um retorno para “Scream & Shout”, mas nós estamos mais curiosos sobre as demandas políticas de Spears neste momento. - A estrutura esquisitona:
No meio de Work Bitch, o ouvinte percebe o quão atrevida é a composição da música. Um refrão falado com base na palavra “vadia”? Versos que espelham uns aos outros e possuem vários sotaques? Estas não são as marcas de uma música comum para as rádios.“A melhor coisa sobre Britney Spears é que ela faz músicas deslumbrantemente estranhas e, em seguida, engana todo mundo fazendo pensarem que é algo mainstream”
, disse Sam Lansky, do Idolator. Com base apenas na estrutura, é difícil discordar. - O bridge de tirar o fôlego:
Após o segundo verso, a batida de Work Bitch cai completamente, e Spears aparece sem pretensão de instruir sua audiência, “Hold your head high, fingers to the sky/They goon’ try to try ya, But they can’t deny ya.” É um épico (embora um pouco clichê) breakdown, mas o latejante bridge realmente merece elogios por ser imprevisível. Como um trio de batidas desabam sobre a onda de sintetizadores, Spears retorna à mania dance de Femme Fatale, e o melhor de tudo, a mudança não parece forçada. Estes 30 segundos da música vão destruir absolutamente tudo quando forem tocados ao vivo. - O último ataque violento:
“Work” x 16 . “Work it out” x 12 . O refrão com sintetizador retorna, mas foi encharcado com gasolina e, eventualmente, é incendiado. Este outro é ofegante, esmurrando música eletrônica. Resisti-la em seu próprio perigo. - A individualidade:
Work Bitch parece ser da era Blackout de Britney na produção e no conteúdo lírico, e o sotaque e a sensação geral lembra Scream & Shout, a colaboração de Spears com o produtor de ‘Work’, Will.i.am. Mas o novo single de Spears tem claramente ambos os olhos treinados nos melhores momentos do recente boom da música dance eletrônica, e não nos antigos sucessos de Britney nas rádios.Work Bitch assume riscos que não estavam presentes nos (muito agradáveis) singles do Femme Fatale — e Spears ganhou o direito de assumir riscos. Para aqueles que temiam um single tão seguro quantoOoh La La, foi dado um single com uma singular visão intransigente. Este não é um pop padrão. Vá dizer para a polícia, o governador, o deputado estadual, o barbeiro, o cara que trabalha em seu Burger King mais próximo — vá dizer para quem você precisar que Britney está de volta.
DIGITAL SPY
Há muitas coisas que nós amamos sobre o novo single de Britney — a sua atitude feroz, a latejante batida house — mas o nosso momento favorito precisa que ser sua divertida troca de sotaque, especialmente no verso: “Go call the po-lice, go call the guh-va-nuh!” O resultado é o apelo universal de sua participação em Scream & Shout de Will.i.am, bem como de um clássico de Britney.
ENTERTAINMENT WEEKLY
Muito tem se falado sobre a briga de charts de Katy Perry e Lady Gaga, mas os fãs de música não devem esquecer que a rainha do pop Britney Spears vai entrar nessa luta. Spears liberou seu novo single Work Bitch no domingo, um dia antes do previsto, após uma versão de baixa qualidade da música vazar online.
A canção produzida por Will.i.am é feita sob medida para as pistas de dança. Spears deixa que os ouvintes saibam que, o que quer que eles queiram em suas vidas, seja um Bugatti, um Maserati ou um corpão:
“É melhor que você trabalhe, vadia”.
ESTADÃO
Britney Spears ensaia volta com pop ultrafuturista
Algum tempo se passou desde o último disco de Britney Spears. DeFemme Fatale (2011) para cá, a eterna princesinha do pop — hoje mãe de dois filhos que já não cabem mais no colo — viu a ascensão de nomes como Lady Gaga, Rihanna e Katy Perry dividindo o topo das paradas de sucesso. Todas estão voltando com novidades este ano. Mas enquanto as “rivais” apostam em elementos como sintetizadores e roupagem típica dos anos 1980, Britney e seu competente time de colaboradores olharam para frente. E daí surgiuWork Bitch.
O primeiro single de seu oitavo disco de inéditas não se parece com nada que ouvimos nas rádios hoje. Britney assumiu o risco: a nova faixa causa estranheza para quem ouve de primeira. Flerta com o electro house. Parece funcionar mais nas pistas de dança do que nas rádios — ao contrário de Roar, de Katy, e Applause, de Gaga, feitas sob medida para grudar de cara, em qualquer lugar em que se ouça. Ponto para ela.
O novo trabalho foi produzido por nomes como William Orbit, que reinventou Madonna no final dos anos 1990 e assinou pérolas comoRay Of Light. Pela primeira amostra que tivemos, é certo que agora Britney deve olhar mais para os clubes (e downloads digitais), como fez em Blackout (2007). Em meio à tanta mesmice no cenário, as novidades são bem-vindas. Até aqui, a nova empreitada da popstar começou bem.
EXAMINER
Britney acaba de mostrar uma prévia de seu oitavo álbum com a incrível e feroz faixa dance Work Bitch. Britney traz um novo single inspirado em música dance eletrônica, mas ela o injeta com grande personalidade. Ela prometeu algo muito diferente do que já foi feito no passado e realmente mostrou isso. Britney nunca esteve tão à frente e franca com um single antes, mas ela orgulhosamente aceita sua mulher adulta interior, dizendo, “I am the bad b**ch!” Sua agressividade na música é revigorante e pertence a uma Britney de um novo nível.
FOX NEWS
Cubra as orelhas de seus filhos, pois Britney Spears ainda ama o palavrão “b***h”.
Na segunda-feira, a princesa do pop estreou seu mais recente single, intitulado Work Bitch, um dia antes do previsto, após uma versão de baixa qualidade vazar na Internet. Nele, ela canta sobre o desejo por um corpão, um Lamborghini, e uma grande mansão — e para conseguir isso, “é melhor você trabalhar, vadia!” Na verdade, ela usa o palavrão pelo menos 15 vezes ao longo da canção. Sim, nós contamos.
Esta não é a primeira vez que ouvimos Spears falar o palavrão que já foi usado para descrever caninos do sexo feminino, mas que agora é usado principalmente como um termo depreciativo de seu próprio gênero. Quase seis anos atrás, em meio a um colapso altamente divulgado, Spears lançou Gimme More, com a pegajosa introdução It’s Britney Bitch. Em novembro, ela lançou Scream and Shout com will.i.am, canção que homenageia essa marcante frase com o verso “you are now rocking with will.i.am and Britney, bitch!” E em sua canção Lace and Leather (2009), Spears declara logo no primeiro verso: “French fingertips, Red Lips/Bitch is dangerous”.
E apesar de fazer muito tempo desde que Spears era uma doce e sorridente queridinha da Disney que virou uma estrela teen pop, ela é uma mãe de dois meninos e ainda possui fãs muito jovens, o que chama atenção de críticos, que dizem que usar o palavrão b***h é tanto impróprio quanto demonstra falta de criatividade.
“Usar palavrões em canções pop não mostra o talento artístico, mostra a falta de criatividade. É triste que tantas cantoras pensem que, para permanecerem relevantes, precisam se degradar dessa forma”, disse Angie Meyer-Olszewski, porta-voz de entretenimento, à FOX.
“E como mãe, torna-se mais difícil estabelecer um bom exemplo para os nossos filhos, quando os músicos tradicionais estão retratando imagens e letras que contradizem os ensinamentos tradicionais de certo e errado.”
No entanto, poucas críticas tem sido feitas sobre o título da música pela mídia desde que Spears lançou o single. De acordo com a porta-voz de New York Elissa Buchter, isso acontece pois o termo b***h , que já foi uma palavra chocante no passado, realmente não tem mais causado a mesma sensação nos dias atuais.
“A palavra não sustenta o estigma que costumava ter e já faz parte do mainstream; as mulheres mais jovens até mesmo usam b***h como um termo carinhoso para descrever suas amigas. Isso poderia significar o declínio da cultura americana ou talvez seja apenas um produto da mudança dos tempos”, ela disse.
“Britney e sua equipe são experientes em capitalizar essa mudança para criar uma música que seu público vai gostar, porém sua música provavelmente seria um sucesso mesmo sem a polêmica que Miley Cyrus está provocando para construir a sua marca. Apesar de seus próprios problemas pessoais, Britney tem um enorme público que irá devorar qualquer música dance cativante que ela lançar, seja polêmica ou não.”
Roger Neal, porta-voz veterano, discorda.
“A música não precisa ser assim. Veja Donny Osmond, em sua época, ele era maior do que Miley e Britney juntas”, ele disse.
“Hoje, ele está em alta mais uma vez e nunca teve que passar dos limites para isso.”
HITFIX
Se você quer ser como Britney Spears, a própria diva do pop tem alguns conselhos para você:
“Trabalhe, vadia!”
A novíssima música pode ser o single mais dance na história de sua carreira, com uma batida progressiva e uma clara falta de ganchos pop que a tornam uma faixa perfeita para boates, mas talvez não tão boa para as rádios Top 40.
“Você quer ter um corpão / Você quer um Bugatti / Você quer um Maseratti / É melhor você trabalhar, vadia”, Spears informa na insípida letra da música, que também exalta as virtudes de grandes mansões, férias na França e um corpão num biquíni, entre outras atividades mundanas. E tudo isso virá, um tanto paradoxalmente, dançando menos e trabalhando mais.
LOS ANGELES TIMES
Britney Spears tem um conselho para o pequeno exército de estrelas pop femininas que disputam para dominar nesta temporada: “É melhor vocês trabalharem, vadias!”
Essas palavras de sabedoria surgem em um novo single que a rainha lançou no domingo, um pouco antes do previsto, após o que Spears referiu em um tweet como uma versão de baixa qualidade de Work Bitch que vazou na Internet. (Spears tinha originalmente planejado revelar a canção na noite de segunda).
“Você quer ter um corpão? Você quer um Bugatti? Você quer um Maserati?” ela pergunta, na faixa dance pronta para as boates. “É melhor você trabalhar, vadia.”
Co-escrita por will.i.am e Sebastian Ingrosso da Swedish House Mafia, a música é considerada a primeira amostra do álbum sucessor do excelente Femme Fatale (2011).
MTV
Após semanas de espera, Britney Spears estreou seu novo single deWork Bitch no domingo (15) à tarde. A faixa dance, co-escrita por Will.i.am e o DJ Sebastian Ingrosso da Swedish House Mafia, é o carro-chefe do próximo álbum da princesa do pop, sucessor doFemme Fatale (2011).
Na canção, uma animada faixa dance, Spears incentiva seu público a “trabalhar” listando uma série de luxos invejáveis. A influência da música eletrônica dance é aparente, e a música combina sintetizador eletrônico com bass. Por trás da batida está Otto Knows, um DJ sueco de 24 anos, que é gerido por Sebastian Ingrosso.
NME
Cinco coisas que aprendemos com Work Bitch, de Britney Spears:
- Will.i.am não poderia estruturar uma música com um conjunto Meccano:
Nós conhecemos Will.i.am. Ele se veste como o Capitão América, constrói canções inteiras (Boom Boom Pow, My Humps, This Time (Dirty Bit), Check It Out) em torno de idéias que você só entende quando está bêbado, e já tentou arruinar a carreira de Britney no ano passado com o quase inteiramente sem mérito Scream & Shout. Ele está com seus velhos truques neste single, montando cada conceito quebrado que ele já tocou em seu telefone enquanto fingia ouvir os cantores de pub no The Voice em uma grande confusão profana. Work Bitch é uma intro de quatro minutos — que na verdade acaba sendo muito excitante. Gênio! - É totalmente legítimo chamar alguém de “vadia”:
Britney já tentou possuir a palavra com o imortal “It’s Britney, bitch” no single Gimme More de 2007. Tem sido difícil dizer o nome dela sem acrescentar ‘vadia’ desde então. Mas, você sabe, sempre soou um pouco corrompido — só que agora, de alguma forma, é um apelido carinhoso com um toque embutido de encorajamento. Se você é uma das ‘vadias’ de Britney, pelo menos ela está esbanjando algum tempo com você, te bajulando a realizar o seu potencial. Você poderia ser como ela, você sabe. Isso seria bom, né? Não, ‘Britters’, este não irá decolar. - Todos os seus objetivos podem ser alcançados com muito trabalho (vadia):
A metamorfose está completa. Britney Spears é o maníaco conservador Norman Tebbit. Olha, não é bom sentar em sua bunda e esperar que a recuperação econômica entre. Se você quer ter a vida de Britney — as partes boas — é preciso colocar algum suborno. Você quer “viver com riqueza”? Talvez ter um Maserati, ou um Lamborghini também? “Viver em uma grande mansão… Ser o campeão… Beber MARTINIS?” Bem, você vai querer um emprego. Pegue sua bicicleta e vá para o escritório local de emprego e você vai estar se divertindo na França em pouco tempo. - Você pode pegar o homem da Swedish House Mafia…:
O Moriarty para Will.i.am, dã, Moriarty, Sebastian Ingrosso do Swedish House Mafia tem também um certo “envolvimento criativo” em Work Bitch. Você pode dizer isso porquê no meio há uma batida louca de apito de chaleira que vaporiza num crescendo delírio COMO QUALQUER OUTRA MÚSICA DA SWEDISH HOUSE MAFIA. O próprio Sebastian afirmou que não está diretamente implicado — ele só gerencia o co-escritor Otto Knows — mas ele direcionou Will.i.am nas batidas de seu protegido. É crédito de Britney que ela se recupera e vai direto de volta no cavalo electro para a reta final. - Britney parece re-motivado:
E um pouco como Nicki Minaj imitando aquele lance do sotaque inglês não tão usado. O negócio do “ring the alarm” é um pouco Aguilera também para o conforto, mas Britney propaga sua personalidade robótica em toda a Work Bitch e — com alguns sócios bastante duvidosos — tornou algo irritante, algo viciante. Pode ser música eletrônica dance, pós-música eletrônica dance, música eletrônica dance desconstrutivista. Pode ter toda a alma de uma chave USB. Quaisquer que sejam as limitações, Work Bitch deu um solavanco em Britney e a fez um tópico de novo, tudo sem Will.i.am colocar uma de suas hashtags idiotas na frente.
NY POST
Três estrelas de cinco
Essa faixa do oitavo álbum de Britney (sem título ainda) foi co-produzida por Will.i.am, e Deus sabe que ela arrasa muito mais do que qualquer coisa do último álbum solo de Will.
Britney soa como um robô (mais uma vez) em uma faixa house (mais uma vez), e está ótima nela (mais uma vez).
Cinco coisas que aprendemos com Work Bitch:
SPIN
É a Britney, vadia — OK, mas não em seu melhor. Britney Spears tem espalhado diversas razões para esperarmos algo grandioso em seu próximo álbum: uma dica de que poderia ser uma continuação de seu subestimado álbum Blackout (2007), uma promessa de “meu álbum mais pessoal até hoje”, e os rumores de que estaria trabalhando com William Orbit, Charli XCX, Hit-Boy, Sia e outros hitmakers qualificados. Infelizmente, a realidade da música que ela lançou nos últimos 12 meses — a branda Ooh La La e a sem vidaScream & Shout — ainda não correspondem às expectativas.
Work Bitch, o primeiro aperitivo do próximo LP de Spears, será uma nova decepção para aqueles que gostam de uma Britney obscura e estranha — ou pelo menos uma festeira contagiante como a de Till the World Ends (2011). Will.i.am, Sebastian Ingrosso e outros nomes trabalharam na música, e apesar da comitiva certamente apontar para a sua quota de sucessos, este novo single é apenas mais um club-pop, nada “pessoal” ou criativo. As letras surgem como uma instrutora de fitness club sadomasoquista ou um recital de propaganda individualista:
“Você quer ter um corpão? Você quer um Bugatti? Você quer um Maserati? É melhor você trabalhar, vadia!”Não há nada como a astuciosa crítica da cultura consumista de Royals(Lorde).
Seria errado dizer que a faixa é totalmente sem personalidade, já que Spears mostra alguns de seus tiques como o retorno de seu sotaque britânico. Mas, ainda que pareça o esforço de uma corporação inteira, Work Bitch ainda poderia ser um pouco mais trabalhada. (Vamos fazer uma pausa e agradecer por não mudarem o título para algo como “Twerk Bitch”…)
THE GUARDIAN
Em julho, a veterana do pop Britney Spears avisou que seu oitavo álbum de inéditas seria o seu “álbum mais pessoal até hoje”. Em seguida, começaram a circular notícias de que ela estava trabalhando com William Orbit, produtor responsável por relançar a carreira de Madonna com o profundamente pessoal álbum Ray of Light. Logo depois, ela comentou sobre uma balada “bela e comovente” que tinha gravado com Sia. Então foi uma certa surpresa ao saber que o primeiro single do álbum seria uma colaboração com Will.i.am chamada Work Bitch (o título original era supostamente mais em sintonia com Miley, Werk Bitch). Tal como acontece com a colaboração do ano passado com Will.i.am, Scream & Shout, Work Bitch parece ligeiramente como um conjunto de frases e pedaços de uma melodia numa caça de uma música para se unirem, embora o resultado final seja muito mais atraente. Ao longo de um refrão eletrônico trovejante e uma implacável batida, Britney enumera várias coisas que você vai precisar trabalhar muito para conseguir. É um hino motivacional, com Britney desafiando o ouvinte a ter as autoridades envolvidas, mas conscientes de que provavelmente não poderão ajudá-lo. Há o suficiente da personalidade de Britney — os tiques vocais inumeráveis — para se certificar de que ela não foi totalmente apagada pela produção de Will.i.am.

Nenhum comentário:
Postar um comentário